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Amor é . . . Química Pura!

Olá a todos! Relendo algumas notícias e recapitulando algumas informações podemos entender, em parte é claro, alguns fenômenos do comportamento humano. A biologia e a química ajudam bastante, afinal isto do "mundo das idéias" é algo que precisa de um corpo para se manifestar. É o seguinte. . . primeiro um fato: aquele sentimento que todos já sentiram, de "estar apaixonado" tem uma contrapartida biológica. Só recordando, pesquisas indicam que o corpo suporta o estado de apaixonado por um período médio de dois anos. Depois desse tempo o neurotransmissor que dá "aquele barato" já não é mais secretado na corrente sanguínea. . . Ou seja, a paixão é um fenômeno (!) que exige muito do corpo. Depois de um tempo o corpo tende a voltar ao normal. . . Só reforçando, segundo informações de uma psicológa, o "estar apaixonado" é considerado uma "doença"! Ainda mais, através de mais estudos, comprovou-se que as áreas do cérebro afetadas pela paixão são as mesmas que também são afetadas pela cocaína! Bem, pode-se argumentar que está se trocando os efeitos (químicos e biológicos) pelas causas, que permanecem em estado desconhecido, afinal porque todos os seres humanos, homens e mulheres, se apaixonam? Seria uma condição evolutiva? Afinal, todos aqui somos resultados de combinações genéticas resultantes de algumas uniões apaixonadas. O fato é que isto ajudou a misturar os genes. Para refletir e confundir, Fernando Pessoa:
Nunca amamos ninguém. Amamos, tão-somente, a ideia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos - que amamos. Isso é verdade em toda a escala do amor. . .

Abraços
MVF

Comentários

  1. Meu nome é Graça e achei muito interessante. Estava procurando um mestrado em química pura e encontrei seu texto. Que interessante! Estava mesmo precisando ler algo semelhante, para não me deixar levar pela doença da paixão. Obrigada. Gostei muito.

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